Sobre
Construímos a app que pára antes de enviar.
É a decisão que define tudo o resto, e a que mais vezes nos perguntam se não é um erro.
O problema não é candidatares-te a poucas vagas
É o tempo que cada candidatura come. Vinte minutos a copiar do currículo para um formulário que pede exatamente o que já está no ficheiro que anexaste na página anterior. Fazes isso quatro vezes numa noite e desistes à quinta. E a quinta podia ser a boa.
A parte que interessa, que é escolher onde te candidatas e dizer porque é que encaixas, é a que fica sem tempo.
A solução fácil seria automatizar o envio
Já existe, e vende-se bem: cem candidaturas por dia, um clique. O problema é o que isso fez ao outro lado. Quem recruta passou a receber volume em vez de candidaturas, e defendeu-se: filtros mais duros, menos atenção por cada uma, desconfiança por omissão.
Quem dispara cem passa a valer menos do que quem manda cinco. E as cem foram escritas por alguém que nunca leu o anúncio.
Por isso a app faz o trabalho e devolve-te a decisão
Escreve o CV, escreve a carta, preenche o formulário. E encosta. Lês, corriges, envias. Demora mais trinta segundos do que carregar num botão, e é a diferença entre uma candidatura tua e uma candidatura de um robô com o teu nome.
Perdemos assim uma promessa de marketing que dava jeito. Ganhámos uma app que a pessoa do outro lado não deita fora.
O que não fazemos com os teus dados
Não há anúncios, não há rastreadores de terceiros, não há perfis publicitários, não se vende nada a ninguém. O currículo de alguém que procura emprego é dos ficheiros mais pessoais que existem, e o negócio aqui é vender créditos, não vender quem os usa.
Podes apagar a conta inteira de dentro da app, sem escrever a ninguém, e vai tudo com ela.
Quem está por trás
O JobHunter é feito e operado pela Realchain, S.A., em Portugal. É uma equipa pequena. Não há um call center e não vale a pena fingir que há. Escreves e responde alguém que mexe no produto.